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Em 2025, tudo que não estiver na nuvem será “legado”

Segundo a consultoria Gartner, a Nuvem será principal tecnologia em 2025.

A pandemia contínua e o aumento dos serviços digitais fazem da computação em nuvem a peça central de novas experiências digitais, aponta a consultoria Gartner ao destacar que não há estratégia de negócios sem uma estratégia de nuvem.

“A adoção e o interesse pela nuvem pública continuam inabaláveis à medida que as organizações buscam uma política de ‘cloud first’ para a integração de novas cargas de trabalho. A nuvem possibilitou novas experiências digitais, como sistemas de pagamento móvel, onde os bancos investiram em startups, empresas de energia usando a nuvem para melhorar as experiências de varejo de seus clientes ou empresas de automóveis lançando novos serviços de personalização para a segurança do cliente e entretenimento informativo”, diz o Gartner.

Em 2022, a receita global da nuvem é estimada em US$ 474 bilhões, ante US$ 408 bilhões em 2021. Nos próximos anos, as estimativas apontam que a receita da nuvem ultrapassará a receita sem nuvens para mercados relevantes de TI empresarial tornando a nuvem a principal tecnologia.

Mais de 85% das organizações adotarão o princípio ‘cloud first’ até 2025 e não serão capazes de executar totalmente suas estratégias digitais sem o uso de arquiteturas e tecnologias nativas da nuvem. Segundo o Gartner, “qualquer coisa que não esteja em nuvem será considerada legada.” Em 2025, a consultoria estima que mais de 95% das novas cargas de trabalho digitais serão implantadas em plataformas nativas da nuvem, contra 30% em 2021.

Em 2025, 70% dos novos aplicativos desenvolvidos por organizações usarão tecnologias de baixo código ou sem código, contra menos de 25% em 2020. O aumento das plataformas de aplicativos de baixo código (LCAPs) está impulsionando o aumento do desenvolvimento dos cidadãos, e notavelmente a função de tecnólogos de negócios que reportam fora dos departamentos de TI e criam tecnologia ou recursos analíticos para uso interno ou externo dos negócios.

A borda de serviço de acesso seguro entregue na nuvem (SASE) apresenta a oportunidade de crescimento mais rápido no mercado de rede e segurança de rede. Como a maior parte do tráfego de filiais e locais de computação de ponta não irá para um data center corporativo, os CIOs e líderes de TI usarão cada vez mais o SASE para proteger as necessidades de acesso de usuários e dispositivos em qualquer lugar e a qualquer hora.

O Gartner estima que em 2022, os gastos do usuário final com SASE totalizarão US $ 6,8 bilhões, ante US $ 4,8 bilhões em 2021. Além disso, em 2025, mais de 50% das organizações terão estratégias explícitas para adotar SASE, contra menos de 5% em 2020.

Fonte: https://www.convergenciadigital.com.br/Cloud-Computing/Em-2025%2C-tudo-que-nao-estiver-na-nuvem-sera-%22legado%22-58689.html?UserActiveTemplate=mobile

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